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NIHE - Núcleo de História Econômica

img ju433-09bO consumo de produtos falsificados, muito presente nos dias que correm, não é uma prática específica do capitalismo contemporâneo. No caso brasileiro, o fenômeno tem suas raízes fixadas no início do processo de formação desse sistema, que seu deu entre o final do século 19 e começo do século 20. Já naquela época, as classes que não tinham acesso aos artigos sofisticados vindos da Europa, primazia das famílias produtoras de café e de alguns comerciantes em ascensão, recorriam às imitações. “Como a industrialização brasileira foi tardia, por volta dos anos 70, a falsificação foi um dos elementos que contribuíram para dar impulso à dinâmica própria do capitalismo, que diferencia e massifica a um só tempo”, explica a economista Milena Fernandes de Oliveira, autora da tese de doutorado “Consumo e Cultura Material, São Paulo, Belle Époque (1890-1915)”, apresentada recentemente no Instituto de Economia (IE) da Unicamp”. O trabalho foi orientado pelo professor Fernando Antonio Novais.
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