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Café & Pesquisa

Alternativas sistêmicas, rumo à sustentabilidade da vida

O vídeo registra o lançamento de Alternativas Sistêmicas: Rumo à Sustentabilidade da Vida e organiza, em linguagem clara, um debate atual para quem acompanha a COP30: como sair do diagnóstico da crise climática e avançar para respostas aplicáveis. A apresentação posiciona o livro como produto de extensão universitária — diálogo com territórios, práticas sociais e diferentes áreas — e mapeia “alternativas viventes” já em curso: ecofeminismo, bens comuns, agroecologia, economia ecológica e arranjos comunitários de cuidado.

O conteúdo enfrenta dois nós críticos do debate climático:

Paralisia pelo catastrofismo — limites planetários, antropoceno e grandes cenários são úteis, mas não bastam. O vídeo discute metodologias que combinam diagnóstico com caminhos de ação e cuidado pedagógico para evitar desmobilização.

Extrativismo na transição energética — a discussão de pós-extrativismo propõe critérios de “mineração mínima”, priorização de reuso/reciclagem, reparo e justiça territorial. Questiona-se o “extrativismo verde” (lítio, minerais críticos, megaprojetos eólicos/solares intensivos em terra) para que a transição não repita assimetrias socioambientais.

Há ainda um bloco sobre integração curricular e pesquisa aplicada (bacias, sistemas agroalimentares, agricultura familiar) e um fechamento ético-político: redução de desigualdades, centralidade dos bens comuns (transporte, moradia, saúde, educação e natureza), ética do cuidado e suficiência como vetor cultural para estabilizar o uso de materiais e energia. O vídeo termina com convite ao público para perguntas e interlocução.

Para quem é: profissionais, estudantes, ativistas e decisores que se preparam para a COP30 e buscam referências práticas, interdisciplinares e socialmente justas para políticas climáticas, transição energética e planejamento territorial.

00:00 — Abertura e contexto do lançamento

00:35 — Extensão universitária como método de transformação

02:10 — Da pergunta “o que fazer?” às alternativas em curso

04:00 — Diagnóstico sem paralisar: didática, cuidado e mobilização

06:20 — Conceitos em disputa: limites planetários e antropoceno

08:15 — Alternativas viventes: ecofeminismo, bens comuns, agroecologia

10:40 — Pós-extrativismo e critérios de “mineração mínima”

14:30 — Transição energética sem “extrativismo verde”

18:50 — Currículo, pesquisa aplicada e diálogo com territórios

24:30 — Ética da suficiência: igualdade, moderação e bens comuns (Q&A)

Onde : Auditório Jorge Tápia – IE Unicamp

Quando : 29/10, às 14h-17h30.

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