Articulista
Guilherme Santos Mello
Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (2008), graduação em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006), mestrado em Programa de Pós-Graduação em Economia Política pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2009) e doutorado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (2013). Atualmente é professor do Instituto de Economia da UNICAMP e coordenador do programa de pós-graduação em desenvolvimento econômico do IE-UNICAMP.
Componentes Macroeconômicos e Estruturais da Crise Brasileira: o Subdesenvolvimento Revisitado
ROSSI, PEDRO; MELLO, G. S. . Componentes Macroeconômicos e Estruturais da Crise Brasileira: o Subdesenvolvimento Revisitado. Brazilian Keynesian Review, v. 2, p. 252-263, 2016.
The fourth dimension: derivatives as a form of capital. In: 41o Encontro Nacional da ANPEC
MELLO, G. S.; ROSSI, P.; CHILIATTO-LEITE, M V . The fourth dimension: derivatives as a form of capital.. In: 41o Encontro Nacional da ANPEC, 2013, Foz do Iguaçu. Anais do 41o Encontro Nacional da ANPEC, 2013
The Fourth Dimension: Derivatives and Financial Dominance
DE MEDEIROS CARNEIRO, R. ; ROSSI, P.; SANTOS MELLO, G. ; VINICIUS CHILIATTO-LEITE, M. . The Fourth Dimension: Derivatives and Financial Dominance. The Review of Radical Political Economics, v. 47, p. 641-662, 2015.
Diagnósticos dos governos Dilma Roussef: do “Industrialismo” à virada neoliberal
MELLO, G. S.. Diagnósticos dos governos Dilma Roussef: do “Industrialismo” à virada neoliberal. In: XXI Encontro Nacional de Economia Política da Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP), 2016, São Bernardo do Campo. Anais do XXI Encontro Nacional de Economia Política, 2016.
Componentes Macroeconômicos e Estruturais da Crise Brasileira: o Subdesenvolvimento Revisitado
ROSSI, P. ; MELLO, G. S. . Componentes Macroeconômicos e Estruturais da Crise Brasileira: o Subdesenvolvimento Revisitado. BRAZILIAN KEYNESIAN REVIEW, v. 2, p. 252-263, 2016.
Unconventional monetary policy and negative interest rates: a Post-Keynesian perspective on the liquidity trap and euthanasia of the rentier.
This article discusses ‘unconventional’ monetary policy after the 2008 crisis. The focus is the original theoretical basis for such policy and possible Keynesian readings and criticisms. Drawing inspiration mainly from Keynes (1930; 1936) and Minsky (1975), the paper seeks to explain why ultra-low/negative interest rates neither caused ‘rentiers’ to die, nor achieved full employment. The main hypothesis goes in the direction pointed to by Keynes: the problem is the low marginal efficiency of capital, the liquidity trap, and the lack of active government fiscal policy, which should be used in conjunction with monetary policy that maintains low long-term interest rates in order to spur investment. Monetary policy and very low/negative interest rates seem insufficient to overcome low growth. They are also incapable, at least in the short term, of promoting euthanasia of the rentiers as current monetary policy allows financial institutions to benefit from the capital gains it spurs.