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CESIT
Dossíê: Fim da escala 6x1

Juventude, precarização e novos horizontes de resistência: o que de novo mostram as lutas pela vida além do trabalho? | Artigo 15

Entre jovens comerciários e entregadores, surge uma nova pauta: reapropriar o tempo e reinventar o sentido da vida além do trabalho.

Autores:
Natalia Cindra
(Professora substituta do Departamento de Sociologia da UFRJ e Doutora em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ – PPGSA-UFRJ)

Tiago Magaldi
(Professor substituto do Departamento de Sociologia da UFRJ e pós-doutorando no Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ – PPGSA-UFRJ)

Resumo:
O longo processo de desregulamentação do trabalho se apresenta de forma particularmente aguda entre comerciários inseridos na escala 6×1 e trabalhadores plataformizados, impactando diretamente a perspectiva de futuro dos jovens trabalhadores. Diante disso, o artigo compara o perfil e as mobilizações críticas dessas duas categorias, partindo de casos na cidade do Rio de Janeiro. Com forte perfil de juventude e inseridos em longas jornadas, a análise comparativa aponta para o comum nas críticas elaboradas — o desejo de reapropriação do próprio tempo — e para o diferente — a reivindicação da redução da jornada, no caso dos comerciários, e a da porosidade, no dos entregadores.

Palavras-chave:
Comerciários. Entregadores de Plataforma. Jornada de Trabalho. Juventude. Vida Além do Trabalho.

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